segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Quaresma e Campanha da Fraternidade começam no próximo dia 1º de março

Na Quarta-feira de Cinzas os católicos iniciam o tempo da Quaresma, preparação para a Páscoa, a festa da ressureição de Cristo. Durante o período de 40 dias que antecede a Paixão de Jesus, o cristão é chamado a voltar-se para Deus, de modo especial pelo jejum, pela oração e pela esmola.

O Papa Francisco, na mensagem para a Quaresma deste ano (leia na íntegra abaixo), observa que esses são meios propostos pela Igreja para o fiel crescer na amizade com o Senhor. Utilizando da parábola do homem rico e do pobre Lázaro, Francisco destaca que a Quarema, que começa dia 1º de março, “é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele conhecer o rosto de Cristo”.

Através da Campanha da Fraternidade, a Igreja do Brasil, durante o tempo da Quarema, traz mais uma vez ao debate o tema do cuidado com a casa comum, a “Irmã e Mãe Terra”, como Francisco escreve na encíclica Laudato Si.

 Campanha da Fraternidade propõe debate sobre os biomas brasileiros. Foto: Amanda Fetzner Efrom

 A Campanha da Fraternidade de 2017 apresenta como tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”. “Ao abordarmos os biomas brasileiros e lembrarmos dos povos originários que neles habitam, trazemos à meditação a obra benfazeja de Deus”, afirma o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Também em vista da preparação para a Páscoa o Regional Sul 3 da CNBB propõe aos católicos encontros em torno da Palavra de Deus, por meio de uma material que já está disponível nas paróquias das 18 (aqui)dioceses gaúchas. Trata-se de um kit produzido com roteiros de encontros e objetos que estimulam uma ação concreta para o período (clique aqui para saber mais).

“Durante a Quaresma, rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa”, exorta o Papa Francisco.

Leia na íntegra a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus “de todo o coração” (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

1. O outro é um dom
A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, “Deus ajuda”. Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza conosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

2. O pecado cega-nos
A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: “Fazia todos os dias esplêndidos banquetes” (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que “a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro” (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: “Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6, 24).

3. A Palavra é um dom
O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: “Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar”. De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós “nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele” (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por “pai” (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: “Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado” (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: “Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam” (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: “Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos” (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

Vaticano, 18 de outubro de 2016.
Festa do Evangelista São Lucas
FRANCISCO

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Vicariato de Gravataí: Cursos de Noivos - 2017

Área de Gravataí

Paróquia N.Sra. doS Anjos - 23/04 - 09/07- 29/10
Paróquia N.Sra da Graças - 17 e 18/06 - 09 e 10/12
Paróquia Santa Ana - 21/05 - 03/09
Paróquia São José - Rede de Comunidades - 30/07

Área de Alvorada

Paróquia São José Operário - 25 e 26/03 - 16 e 17/9
Paróquia Nossa Senhora da Saúde – 06 e 07/05 – 23 e 24/09

Área de Cachoeirinha

Paróquia N. Sra. de Fátima - 17 e 18/06
Paróquia São Vicente de Paulo - 11/06
Paróquia Divino Espírito Santo - 28 e 29/01

Área de Viamão

Paróquia Santa Cruz - Rede de Comunidades - 18 e 19/03
Paróquia Santa Isabel - 20 e 21/05
N.Sra. de Fátima / São João Vianney  - 16 e 17/09
N.Sra. da Conceição - 18 e 19/11

Fonte! Sítio oficial do Vicariato de Gravataí / RS:

domingo, 1 de janeiro de 2017

Programação de Férias e de Verão na nossa Paróquia

Devido ao período de férias (janeiro e fevereiro), eis a programação na Igreja Matriz:

1 - Atendimento na Secretaria - Será normal a partir de dia 21 de janeiro (sábado), pois, até o dia 20, devido às férias do Paulinho, não teremos atendimento externo;

2 - Também não teremos santa missa nas quartas-feiras e aos domingos às 19h (voltaremos com a santa-missa no dia 1º de março - quarta-feira de cinzas). Continuaremos com as santas missas aos sábados às 19h e aos domingos às 10h;

3 - Em janeiro não teremos a tradicional santa missa na primeira sexta-feira do mês. Somente a partir de fevereiro (dia 03, com a bênção de São Brás);

Um abraço fraterno e feliz e venturoso ano de 2017 a todos os nossos paroquianos e devotos de Santa Hedviges! 

domingo, 28 de agosto de 2016

Conheça os seminaristas que serão ordenados diáconos dia 8 de dezembro

Da esquerda para a direita: Daniel, Edivelton, Fabiano, 
Dom Jaime, Fausto, Gustavo e Tiago. Foto: Amanda Fetzner Efrom
No dia 8 de dezembro, às 20h, na Catedral Metropolitana Madre de Deus, a Arquidiocese de Porto Alegre acolherá seis novos diáconos. Os hoje seminaristas receberão o primeiro grau da Ordem e darão mais um passo em direção ao sacerdócio. Após a celebração, que será presidida pelo arcebispo metropolitano de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, haverá confraternização na cripta da Catedral.

Serão ordenados

Daniel José da Silva Alves, 31 anos, da paróquia Santo Antônio (Canoas);  

Edivelton Flores Pinto, 33 anos, da paróquia Nossa Senhora Medianeira (Eldorado do Sul);  

Fabiano Schwanck Colares, 30 anos, da paróquia Nossa Senhora da Conceição (Sapucaia do Sul);  

Fausto Gabriel Souza Rodrigues, 27 anos, da paróquia Santa Luzia (Canoas);  

Gustavo Alves Batista, 26 anos, da paróquia Nossa Senhora da Salette (Porto Alegre); 

e Tiago Ávila Camargo, 28 anos, da paróquia Nossa Senhora Medianeira (Eldorado do Sul). 

O lema escolhido para a ordenação diaconal é "Fazei tudo o que Ele vos disser!" (Jo 2,5). “O fato de nossa ordenação estar marcada para o dia da solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora nos torna atentos ao seu pedido de sermos obedientes ao que Jesus nos diz. A frase de Maria nas bodas de Caná vem nos iluminar e orientar neste tempo de preparação para receber com alegria o sacramento da ordem no grau do diaconato”, disseram os seminaristas.

Segundo o grupo, cada um está colocando a própria vida a serviço da Igreja, de modo particular da Arquidiocese de Porto Alegre, e principalmente a serviço de Deus na pessoa dos irmãos e das irmãs. “A responsabilidade aumenta e o compromisso é grande, mas estamos confiantes de estarmos fazendo a vontade de Deus para as nossas vidas. Por isso, neste tempo de preparação, contamos mais ainda com todas as orações e auxílios que tantas pessoas estão dispostas a nos ofertar. Deus escolhe, chama e envia em missão. Eis-nos aqui!”

Fonte! Sítio oficial da Arquidiocese de Porto Alegre, publicado em 26 de agosto de 2016:


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Arquidiocese de Porto Alegre divulga nomeações e transferências no clero


O arcebispo metropolitano de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, divulgou nesta terça-feira, dia 23, nomeações e transferências no clero da Arquidiocese de Porto Alegre

Pe. Antônio Augusto Brum Hofmeister - pároco na Santa Hedviges (Alvorada)

Pe. Luiz Maria de Barros Coelho Neto – pároco na Menino Jesus de Praga (Porto Alegre)

Pe. Alexandre Silveira Chaves – pároco na Jesus Divino Mestre (Porto Alegre)

Pe. Geraldo João Flach – administrador paroquial na São Miguel Arcanjo (Porto Alegre)

Pe. Renato Rogério Neuhaus – vigário paroquial na Nossa Senhora Mãe de Deus (Catedral – Porto Alegre)

Pe. Bruno Vargas Eskopinski – vigário paroquial na Nossa Senhora das Dores (Porto Alegre)

Pe. Marcos André Hartmann – vigário paroquial na Santa Cruz - Rede de Comunidades (Viamão)

Pe. Roberto dos Santos Gomes (da Arquidiocese de Campo Grande - MS) – vigário paroquial na Jesus Divino Mestre (Porto Alegre)

Fonte! Sítio oficial da Arquidiocese de Porto Alegre - RS -

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Boa sorte ao Padre Marcos André Hartmann em sua nova paróquia em Viamão.

Também boa sorte ao Padre Luizinho (Luiz Maria de Barros Coelho Neto), filho desta Paróquia, transferido para a Paróquia Menino Jesus de Praga.

Seja Benvindo Padre Antônio Augusto Brum Hofmeister como novo patrono espiritual da nossa Paróquia. 


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Programação do ECC da nossa paróquia até o fim do ano de 2016!

No início de junho a Paróquia realizou o 12º Encontro de Casais com Cristo e agora trazemos as atividades do ECC até o finado ano de 2016
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> no dia 10/06 tivemos os depoimentos dos encontristas do 12º ECC;


> a Explicativa foi no dia 17/06.

 
> a confraternização do 12º ECC será no dia 29/07, às 20h30min na Casa Vida - levar um prato de doce ou salgado para a partilha;


> 26/08/16 - pós encontro do dia dos pais na Casa Vida, às 20h30min;


> 30/09/16 - pós encontro na Casa Vida às 20h30min;


> 28/10/16 - pós encontro na Casa Vida às 20h30min;


> 18/11/16 - pós encontro na Casa Vida às 20h30min;


> 09/12/16 - encerramento do ano e confraternização,na Casa Vida, às 20h30min. Levar um prato de doce ou salgado para a partilha....