domingo, 23 de abril de 2017

terça-feira, 11 de abril de 2017

Programação da Semana Santa na nossa Paróquia!

Créditos: www.espac.org.co
No último final de semana tivemos a celebração do domingo de ramos, tanto na Capela Nossa Senhora das Graças bem como na Igreja Matriz, além de ser o fim de semana do dízimo e ainda tivemos cinco batizados na missa dominical das 10h.

Eis o seguimento da programação da Semana Santa:

Dia 11 de abril - terça-feira: 
       Às 19h - confissões na Igreja Matriz
       Às 20h30min - o Terço dos Homens

Dia 12 de abril - quarta-feira:
       Às 19h - santa missa das bênçãos da saúde e dos objetos na Igreja Matriz

Dia 13 de abril - quinta-feira:
       Às 9h - Missa Crismal na Catedral Metropolitana, em Porto Alegre (RS)
       Às 20h - Missa do Lava-pés na Igreja Matriz

Dia 14 de abril - sexta-feira:
       Às 15h - Ofício da Paixão na Igreja Matriz
       ÀS 19h - Via Sacra (Encontro de Jovens com Cristo)

Dia 15 de abril - sábado:
       Às 20h - Solene Vigília Pascal na Igreja Matriz

Dia 16 de abril - domingo:
       Às 8h - Santa Missa de Páscoa na Capela Santa Rita de Torotama
       Às 9h30min - Santa Missa de Páscoa na Capela Nossa Senhora das Graças do Jardim Porto Alegre
       Às 11h - Santa Missa de Páscoa na Igreja Matriz

Uma Feliz e Santa Páscoa a todos os paroquianos e seus familiares, repleta das bênçãos de Deus.

Pe Antônio Hoffmeister - Pároco

sexta-feira, 24 de março de 2017

Novo Santuário de Fátima em Porto Alegre será inaugurado dia 13 de maio

Visa área da obra, que será inaugurada em maio. Foto: divulgação
Com a presença da imagem peregrina vinda de Portugal, será inaugurado, no dia 13 de maio, o novo Santuário de Nossa Senhora de Fátima em Porto Alegre. Localizado junto ao Instituto São Francisco, na zona Norte da Capital, a abertura do espaço ocorrerá no dia do Centenário das aparições de Fátima.

VÍDEO: ARCEBISPO DOM JAIME SPENGLER CONVIDA PARA A INAUGURAÇÃO

Em preparação à inauguração, de 1º a 12 de maio ocorrerá uma trezena, com missas sempre às 9h, 16h e 19h30min. Nesse período será realizada uma peregrinação da imagem de Fátima pelas escolas das redes municipal e estadual que integram a Paróquia Estudantil.

No dia 13 a celebração de inauguração será às 10h, presidida pelo arcebispo metropolitano de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, e concelebrada pelo reitor do Santuário, Pe. José Luiz Schaedler, presbíteros que atuam na Paróquia Estudantil, comunidades vizinhas, seminários e escolas da Rede São Francisco.

A partir do dia 14 de maio, a imagem de Fátima irá peregrinar pelas paróquias da Arquidiocese de Porto Alegre, contemplando todos os vicariatos da Região Metropolitana. 



Santuário terá capacidade para 400 pessoas sentadas
Foto: Amanda Fetzner Efrom
Saiba mais sobre o novo santuário
- O santuário terá capacidade para 400 pessoas sentadas.
- O custo da construção deverá chegar a R$ 4 milhões e deve ficar completamente concluída em 28 de abril de 2017.
- O espaço é todo revestido em pedra, com vitrais e rosáceas artisticamente projetados, forro, portas e bancos de madeira.
- Na parte inferior da Igreja estão sendo construídas as salas de catequese e um auditório.
- Junto do prédio da administração, haverá uma réplica da Capelinha das Aparições de Fátima, que será um ambiente para reflexão, busca pela paz, religiosidade e oração do terço.
- Outra parte do complexo é um espaço para 26 santos populares, onde as pessoas poderão fazer seus pedidos, orações, acender velas.
- A nova casa paroquial terá cinco suítes e uma capela para acolher os sacerdotes e religiosos que forem trabalhar no santuário, bem como aqueles que vierem fazer celebrações aos finais de semana, romarias e datas festivas.
- Para homenagear a Mãe de Fátima, o Frei Luiz Carlos Susin compôs um hino, lançado em outubro do ano passado.



Histórico
- A paróquia Nossa Senhora de Fátima foi fundada no dia 23 de fevereiro de 1956, pelo então arcebispo de Porto Alegre, Dom Vicente Scherer.
- Em 15 de setembro de 1989 a paróquia foi elevada a Santuário Nossa Senhora de Fátima pelo arcebispo Dom Altamiro Rossato, a pedido da comunidade que era, em maioria, de origem lusitana.
- A imagem peregrina de Fátima, de Portugal, visitou o santuário três vezes: maio de 1992, setembro de 2002 e maio de 2003.
- Em 24 de março de 2002 foi instalada junto ao Santuário, pelo arcebispo Dom Dadeus Grings, a primeira paróquia estudantil do Brasil.
- As estruturas prediais do santuário mostraram sinais de comprometimento em 2008 e, por questões de segurança, as missas começaram a ser realizadas no Salão de Eventos.
- Em 2009 optou-se pela construção de um novo espaço, após aquisição e doação, por parte da mantenedora da Rede de Escolas São Francisco, de oito terrenos. Em contrapartida, o espaço do antigo Santuário seria otimizado para a escola.
- Uma campanha junto aos peregrinos devotos foi lançada em 2010.
- Em 2011 ocorreu o lançamento da pedra fundamental pelo então arcebispo metropolitano, Dom Dadeus Grings.
- A mantenedora adquire mais cinco terrenos dando, assim, possibilidade de construir um complexo maior, a fim de atender às necessidades futuras.
- A inauguração será no dia 13 de maio de 2017, dia do Centenário das Aparições de Fátima, com a presença da imagem peregrina vinda de Portugal. 


Fonte! Mensagem remetida por email pela PASCOM da Arquidiocese de Porto Alegre - RS: pascom@arquidiocesepoa.org.br

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Quaresma e Campanha da Fraternidade começam no próximo dia 1º de março

Na Quarta-feira de Cinzas os católicos iniciam o tempo da Quaresma, preparação para a Páscoa, a festa da ressureição de Cristo. Durante o período de 40 dias que antecede a Paixão de Jesus, o cristão é chamado a voltar-se para Deus, de modo especial pelo jejum, pela oração e pela esmola.

O Papa Francisco, na mensagem para a Quaresma deste ano (leia na íntegra abaixo), observa que esses são meios propostos pela Igreja para o fiel crescer na amizade com o Senhor. Utilizando da parábola do homem rico e do pobre Lázaro, Francisco destaca que a Quarema, que começa dia 1º de março, “é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele conhecer o rosto de Cristo”.

Através da Campanha da Fraternidade, a Igreja do Brasil, durante o tempo da Quarema, traz mais uma vez ao debate o tema do cuidado com a casa comum, a “Irmã e Mãe Terra”, como Francisco escreve na encíclica Laudato Si.

 Campanha da Fraternidade propõe debate sobre os biomas brasileiros. Foto: Amanda Fetzner Efrom

 A Campanha da Fraternidade de 2017 apresenta como tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”. “Ao abordarmos os biomas brasileiros e lembrarmos dos povos originários que neles habitam, trazemos à meditação a obra benfazeja de Deus”, afirma o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Também em vista da preparação para a Páscoa o Regional Sul 3 da CNBB propõe aos católicos encontros em torno da Palavra de Deus, por meio de uma material que já está disponível nas paróquias das 18 (aqui)dioceses gaúchas. Trata-se de um kit produzido com roteiros de encontros e objetos que estimulam uma ação concreta para o período (clique aqui para saber mais).

“Durante a Quaresma, rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa”, exorta o Papa Francisco.

Leia na íntegra a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus “de todo o coração” (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

1. O outro é um dom
A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, “Deus ajuda”. Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza conosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

2. O pecado cega-nos
A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: “Fazia todos os dias esplêndidos banquetes” (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que “a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro” (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: “Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6, 24).

3. A Palavra é um dom
O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: “Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar”. De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós “nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele” (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por “pai” (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: “Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado” (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: “Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam” (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: “Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos” (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

Vaticano, 18 de outubro de 2016.
Festa do Evangelista São Lucas
FRANCISCO

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Vicariato de Gravataí: Cursos de Noivos - 2017

Área de Gravataí

Paróquia N.Sra. doS Anjos - 23/04 - 09/07- 29/10
Paróquia N.Sra da Graças - 17 e 18/06 - 09 e 10/12
Paróquia Santa Ana - 21/05 - 03/09
Paróquia São José - Rede de Comunidades - 30/07

Área de Alvorada

Paróquia São José Operário - 25 e 26/03 - 16 e 17/9
Paróquia Nossa Senhora da Saúde – 06 e 07/05 – 23 e 24/09

Área de Cachoeirinha

Paróquia N. Sra. de Fátima - 17 e 18/06
Paróquia São Vicente de Paulo - 11/06
Paróquia Divino Espírito Santo - 28 e 29/01

Área de Viamão

Paróquia Santa Cruz - Rede de Comunidades - 18 e 19/03
Paróquia Santa Isabel - 20 e 21/05
N.Sra. de Fátima / São João Vianney  - 16 e 17/09
N.Sra. da Conceição - 18 e 19/11

Fonte! Sítio oficial do Vicariato de Gravataí / RS: