quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Programação na Matriz e nas Capelas


Aos Paroquianos e devotos da Santinha, eis a programação na Igreja Matriz e nas Capelas:


> Dia 19 de janeiro - quarta-feira:

- às 19h - Santa Missa com Bênção, na Igreja Matriz


> Dia 22 de janeiro - sábado:

- às 17h30min - Santa Missa na Capela Nossa Senhora das Graças

- às 19h - Santa Missa na Igreja Matriz


> Dia 23 de janeiro - domingo:

- às 8h30min - Celebração na Capela Nossa Senhora das Graças

- às 10h - Santa Missa na Igreja Matriz

- às 19h - Santa Missa na Igreja Matriz


> Dia 26 de janeiro - quarta-feira

- às 19h - Santa Missa com bênção na Igreja Matriz


> Dia 29 de janeiro - sábado

- às 17h30min - Santa Missa na Capela Nossa Senhora das Graças

- às 19h - Santa Missa na Igreja Matriz


> Dia 30 de janeiro - domingo

- às 8h30min - Celebração na Capela Nossa Senhora das Graças

- às 10h - Santa Missa na Igreja Matriz

- às 19h - Santa Missa na Igreja Matriz

sábado, 15 de janeiro de 2011

Papa João Paulo II será beatificado em maio

Milagre atribuído a pontífice refere-se à cura da freira francesa Marie Simon Pierre

O papa João Paulo II, morto em 2005, será beatificado no dia 1º de maio deste ano. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo papa Bento XVI, que aprovou a publicação do decreto que comprova um milagre atribuído a seu antecessor. A data foi escolhida pela proximidade com o dia da morte de João Paulo II, 2 de abril. As informações foram confirmadas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O milagre atribuído a João Paulo II refere-se à cura da freira francesa Marie Simon Pierre. A francesa sofria do Mal de Parkinson – doença que se caracteriza por tremores e instabilidade postural e tem causas variadas. A freira francesa faz parte da congregação das Irmãzinhas das Maternidades Católicas. Marie Simon Pierre conta que conseguiu superar a doença em 2005, mesmo depois de apresentar todos os sintomas do Mal de Parkinson. O cardeal Ângelo Amato afirmou que o decreto que trata desse milagre deverá ter repercussões em todo o mundo.

Depois de apenas 42 dias da morte de João Paulo II, Bento XVI anunciou o início imediato do processo de canonização de Karol Wojtyla, dispensando o prazo canônico de cinco anos para a promoção da causa. Em dezembro de 2009, Bento XVI assinou o decreto que reconhece as “virtudes heróicas” de João Paulo II, dando o primeiro passo para a beatificação.

João Paulo II foi o papa que ficou mais tempo no comando da Igreja Católica: foram 25 anos, de 16 de outubro de 1978 a 2 de abril de 2005. Ele foi o primeiro papa não italiano em 455 anos. Uma das suas características era a mediação política por meio da diplomacia. - ele conversou com líderes religiosos de diversos credos e negociou o fim de impasses. O papa veio ao Brasil quatro vezes. Fonte: Agência Brasil


Fonte! Portal Jornal Correio do Povo de Porto Alegre - RS, do dia 14 de janeiro de 2011 - www.correiodopovo.com.br.

Dizimistas Aniversariantes: janeiro de 2011

Do fundo do coração, a Paróquia Santa Hedviges felicita os seguintes paroquianos dizimistas aniversariantes do mês de janeiro:
> Aline dos Santos Souza - dia 27
> André Cunha - dia 02
> Ana Claudia - dia 03
> Breno Zanotelli - dia 13
> Carmem Dafini - doa 11
> Cristina Santos Oliveira - dia 13
> Daniel Devillo - dia 13
> Dinene Muller Fonseca - dia 13
> Edevandro Ribeiro - dia 21
> Eunice Pimentel - dia 17
> Eneida da Rosa - dia 13
> Irmã Aurora - dia 14
> Inês Iglesias - dia 13
> Juliana da Costa Boeni - dia 01
> Juliete Zanotelli - dia 13
> Jussara Rodrigues - dia 11
> Justa Machado Vieira - dia 04
> José Edgar Batista - dia 24
> Lucia Souza - dia 25
> Luiz da Silva - dia 03
> Marcio Barbosa - dia 13
> Mara Rubia - dia 12
> Nair Freitas Duarte - dia 08
> Raul - dia 28
> Sérgio Cunha - dia 13
> Simone Freitas - dia 18
> Valcir Miri - dia 14
> Paulo Cesar Oliveira - dia 25
> Pedrinho Melo - dia 31
> Tadeu Karling - dia 04
> Verlanile André - dia 04

sábado, 1 de janeiro de 2011

Programação para o início de 2011!

Paroquianos e Paroquianas

Este é a primeira postagem de 2011 e aproveitamos a oportunidade para desejar a todos um ano de muitas graças, saúde e felicidades a todos.

Em termos de programação, iniciamos ontem, dia 1º de janeiro, com santa missa às 17h30min na capela Nossa Senhora das Graças e às 19h, santa missa na matriz. Eis o seguimento da programação da matriz e capelas:

> Domingo - dia 2 de janeiro
- teremos Santa Missa às 8h30min na capela Santa Rita de Cássia, na Vila Torotama;
- às 10h teremos Santa Missa na Igreja Matriz
- IMPORTANTE: Não haverá Santa Missa na Igreja Matriz às 19h.

> Quarta-feira - dia 5 de janeiro:
- Santa Missa com bênção na Igreja Matriz

> Sábado - dia 8 de janeiro - Ação de Graças (Dízimo):
- às 17h30min - Santa Missa na Capela Nossa Senhora das Graças, no Jardim Porto Alegre;
- às 19h - Santa Missa na Igreja Matriz.

> Domingo - dia 9 de janeiro - Ação de Graças (Dízimo):
- às 8h30min - Celebração na Capela Nossa Senhora das Graças;
- às 10h - Santa Missa na Igreja Matriz;
- às 19h - Celebração na Igreja Matriz;
- às 19h30min - POSSE DO NOVO PÁROCO NA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA SAÚDE!

Fonte da foto: www.blogdoarcanjoslz.blogspot.com.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Você convidou Jesus para o seu Natal?

Estamos celebrando mais um Natal. Gostaria de fazer uma pergunta direta a você que lê o nosso jornal: Qual é o centro do seu Natal? Quem é a figura central em que se celebra no seu Natal? Você está mais preocupado com a sua ceia de Natal? Ou com as festas regadas à cerveja? Ou você está preocupado com o papai Noel e as árvores externas de Natal? Como você chega a esta noite de Natal e ao dia iluminado do Natal? Como um dia qualquer para muitas festas mundanas? Ou para que Jesus nasça no seu coração?

Você convidou Jesus para participar da sua ceia de Natal?

Você convidou Jesus para participar do seu almoço de Natal?

Você convidou Jesus para caminhar no próximo ano com você todos os seus dias para que os seus dias sejam iluminados pela pessoa de Jesus Cristo?

Nós devemos romper o círculo vicioso e materialista do mundo que coloca o Natal como uma simples festa mundana, de compras e vendas, de confraternização sem compromisso, e viver um Natal verdadeiramente Natal. Natal é dia de Nascimento do Redentor da Humanidade, de Nosso Salvador Jesus Cristo.

Somente há sentido em se celebrar o Natal se o aniversariante for JESUS CRISTO, o nosso REDENTOR E SALVADOR.

Convido você, querido leitor, para diante do presépio, coloque o seu olhar à inteira humanidade,destinatária da graça do segundo Adão, sempre, porém, herdeira do pecado do primeiro Adão. Não será por acaso este primeiro “não” a Deus, reiterado em cada pecado do homem, que continua a desfigurar o rosto da humanidade? Crianças agredidas, humilhadas e abandonadas, mulheres violentadas e desfrutadas, jovens, adultos, velhos marginalizados, listas intermináveis de exilados e de prófugos, violência e guerrilha em numerosos pontos do planeta, particularmente em nossas cidades com a guerra do tráfico e da droga. Quanto mais densas forem as trevas, mais forte ainda é a esperança do triunfo da Luz surgida na Noite Santa em Belém.

Quanta bondade é feita silenciosamente por homens e mulheres que vivem no dia-a-dia a sua fé, seu trabalho, sua dedicação à família e para o bem da sociedade. Mais: é estimulante o empenho dos que procuram que sejam respeitados, mesmo no âmbito público, quando na singeleza da Manjedoura, somos convidados a dar um não ao aborto, à eutanásia e à cultura da morte, valorizando a cultura da vida.

Jesus somente vai nascer no seu coração, vai fazer parte do seu Natal, se na singeleza da abertura do seu coração, Ele for o principal convidado do seu próprio aniversário. Afinal, há festa de aniversário sem o aniversariante? Sem Jesus não há um autentico Natal!Bom Natal para todos vocês!

Fonte! Catequese Católica - http://www.catequisar.com.br/. Autor! Padre Wagner Augusto Portugal

O Tempo do Advento

1. História do Advento

Não é fácil precisar a história e o primitivo significado do Advento; além disso,as noticias sobre suas verdadeiras origens são parcas .É necessário distinguir elementos que dizem respeito a práticas ascéticas e a outras, de caráter estritamente litúrgico; um Advento que é preparação para o Natal e um Advento que celebra a vinda gloriosa de Cristo ( Advento escatológico). No Oriente, permaneceu quase ignorado um período de preparação ao Natal.

Portanto, o Advento é próprio do Ocidente. São descartadas totalmente as teorias que atribuem o Advento a São Pedro e sua existência aos tempos de Tertuliano e São Cipriano.O testemunho mais antigo encontra-se em uma passagem de Santo Hilário (por volta de 366)que diz:"Sancta Mater Ecclesia Salvatoris adventus annuo recursu per trium septimanarum sacretum spatium sivi indicavit"(CSEL,65,16)"A santa mãe igreja oferece um espaço sagrado de três semanas por ano para a vinda do Salvador".

O duplo caráter do Advento, que celebra a espera do Salvador na glória e a sua vinda na carne,emerge das leituras bíblicas festivas .O primeiro domingo orienta para parusia final,o segundo e o terceiro chamam a atenção para a vinda cotidiana do Senhor; o quarto domingo prepara-nos para a natividade de Cristo ao mesmo tempo fazendo dela a teologia e a história. Portanto, a liturgia contempla ambas as vindas de Cristo, em íntima relação entre si.

2. Espiritualidade do Advento

Toda a liturgia do Advento é apelo para se viver alguns comportamentos essenciais do cristão: a expectativa vigilante e alegre, a esperança, a conversão, a pobreza.

a) A expectativa vigilante e alegre caracteriza sempre o cristão e a Igreja, porque o Deus da revelação é o Deus da promessa, que manifestou em Cristo toda a sua fidelidade ao homem: "Todas as promessas de Deus encontram nele seu sim" ( 2 Cor 1,20). A esperança da Igreja é a mesma esperança de Israel, mas já realizada em Cristo.

Os nossos primeiros irmãos na fé, como atesta a Didaqué, imploravam: "Que o Senhor venha e passe afigura deste mundo. Maranatha. Amém". Assim termina o livro do Apocalipse e toda a escritura:"Aquele que atesta essas coisas diz: Sim! venho muito em breve. Amém! Vem Senhor Jesus. A graça do Senhor Jesus esteja com todos. Amém"(Ap 22,20).

A expectativa vigilante é acompanhada sempre pelo convite à alegria. O Advento é tempo de expectativa alegre porque aquilo que se espera certamente acontecerá. Deus é fiel. A vinda do Salvador cria um clima de alegria que a liturgia do Advento não só relembra, mas quer que seja vivida.O Batista, diante de Cristo presente em Maria, salta de alegria no seio da mãe.O nascimento de Jesus é uma festa alegre para os anjos e para os homens que ele vem salvar (cf. Lc 1, 44.46-47; 2,10.13-14).

b) No Advento, toda a Igreja vive a sua grande esperança. O Deus da revelação tem um nome:"Deus da esperança"(Rm15,13).

Não é o único nome do Deus vivo, mas é um nome que o identifica como "Deus para conosco".O Advento é o tempo da grande educação à esperança: uma esperança forte e paciente; uma esperança que aceita a hora da provação, da perseguição e da lentidão no desenvolvimento do Reino; uma esperança que confia no Senhor e liberta das impaciências subjetivistas e do frenesi do futuro programado pelo homem.

Na convocação ao testemunho da esperança, a Igreja, no Advento, é confortada pela figura de Maria, a mãe de Jesus.Ela que "no céu, glorificada em corpo e alma, é a imagem e a primícia da Igreja...brilha também na terra como sinal de segura esperança e de consolação para o povo de Deusa caminho, até que chegue dia do Senhor" (cf. 2 Pd 3,10).

c) Advento ,tempo de Conversão. Não existe possibilidade de esperança e de alegria sem retornar ao Senhor de todo coração, na expectativa da sua volta.A vigilância requer luta contra o torpor e a negligência; requer prontidão e, portanto, desapego dos prazeres e bens terrenos. O cristão, convertido a Deus, é filho da luz e, por isso, permanecerá acordado e resistirá às trevas, símbolo do mal, pois do contrário corre o risco de ser surpreendido pela parusia.

Esse comportamento de vigilante espera na alegria e na esperança exige sobriedade, isto é, renúncia aos excessos e a tudo aquilo que possa desviar-nos da espera do Senhor.A pregação do Batista, que ressoa no texto do evangelho do segundo domingo do Advento, é apelo para a conversão, a fim de preparar os caminhos do Senhor.

O espírito de conversão , próprio do Advento, possui tonalidades diferentes daquelas relembradas na Quaresma. A substância é essencialmente a mesma, mas, enquanto a Quaresma é marcada pela austeridade da reparação do pecado, o Advento é marcado pela alegria da vinda do Senhor.

d) Enfim, um comportamento que caracteriza a espiritualidade do Advento é o do pobre. Não tanto o pobre em sentido econômico, mas o pobre entendido em sentido bíblico: aquele que confia em Deus e apóia-se totalmente nele. Estes anawîm , como os chama a Bíblia, São os mansos e humildes , porque as suas disposições fundamentais são a humildade, o temor de Deus, a fé.

Eles são objeto do amor benévolo de Deus e constituem as primícias do "povo humilde"( cf. Sf 3,12) e da "Igreja dos pobres" que o Messias reunirá. Jesus proclamará felizes os pobres e neles reconhecerá os herdeiros privilegiados do Reino, ele mesmo será pobre. Belém, Nazaré, mas sobretudo a cruz, são diversas formas com que Cristo manifestava-se como autêntico "pobre do Senhor". Maria emerge como modelo dos pobres do Senhor, que esperam as promessas de Deus, confiam nele e estão disponíveis, com plena docilidade, à atuação do plano de Deus.

Fonte! Catequese Católica - http://www.catequisar.com.br. Autor! Padre Gian Luigi Morgano

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A Fraternidade Universal


O matrimônio cristão baseia-se no gênero. O casal que se une por este vínculo é composto de homem e mulher, mutuamente complementares e capazes de gerar vida nova.

O amor conjugal tem sua base na natureza masculina e feminina. O sacramento une ambos por um vínculo indissolúvel. Como consequência brota a fidelidade de ambos a este amor único e exclusivo. Só ele é conjugal e só ele pode ser confirmado pelo sacramento. O que Deus uniu o homem não separa.

Mas este amor não é o único que existe entre as pessoas humanas. Dele brota o amor de pai e de mãe. Trata-se de um amor diferente, de responsabilidade, de educação, de carinho. Além disso, o amor conjugal não isola o casal nem a família num gueto. Cristo nos vem ensinar que o próximo é todo ser humano, que necessita de nosso afeto e de nossa ajuda. Veio alargar o horizonte do amor fraterno para a humanidade inteira, superando todas as barreiras de raça, cultura, nação, gênero, idade, religião...

O quinto mandamento da Lei de Deus manda preservar a vida humana. É formulado de modo absoluto: não matar. Nosso Senhor, encarnando-se, solidarizou-se com todo homem. Vem trazer algo de novo, até diria inaudito. Põe como base do relacionamento humano a misericórdia e o perdão. Manda amar os inimigos, fazer o bem e emprestar sem nada esperar em troca. E desafia seus discípulos que, se amarem somente os que os amam, não merecem recompensa especial. Isso também os pecadores fazem (cf. Lc 6,32).

O novo do Evangelho é o amor universal. Não basta não matar. É preciso amar. O quinto mandamento é sublimado: “amai-vos como eu vos amei”. E logo acrescenta, mandando rezar com este compromisso: “perdoai-nos assim como nós perdoamos”.

Todo este discurso seria incompreensível se não brotasse dos lábios do Salvador. Por isso Ele o dirige não aos afastados, mas aos que o seguem: “A vós que me escutais eu digo”(Lc 6,27). Sabe que pode contar conosco e fazer exigências que, sem o amor, que derrama em nossos corações pelo Espírito Santo, seriam impraticáveis e até inconcebíveis. S. Paulo, explicitando esta atitude, diz que tal como é o homem celeste assim também serão as pessoas celestes (cf 1 Cor 15,48).

A partir do Evangelho, ao qual aderimos pela fé e no qual fomos confirmados pela graça, amor de Deus derramado pelo Espírito Santo em nossos corações, somos instados a criar, no mundo, uma civilização do amor. Somos certamente desafiados de todos os lados. Facilmente caímos na tentação, que se traduz pela lei de talião: olho por olho e dente por dente. É mais humano ferver no ódio e reivindicar justiça, que se traduz por vingança, do que perdoar e reconciliar-se. Mas a verdade cristã, que verdadeiramente liberta, é que, com a medida com que medirmos os outros, seremos medidos também nós (cf Lc 6,38).

É certo que a misericórdia e o perdão, preconizados pelo Evangelho, não são humanos. São divinos. Mas não são igualmente desumanos. Pelo contrário: o Filho de Deus, fazendo-se homem, tornou a misericórdia também um apanágio da humanidade redimida: “sede misericordiosos como vosso Pai Celeste é misericordioso”(Lc 6,36). Sabemos, por experiência na condução das almas, que o perdão é a melhor e, muitas vezes, a única terapia para muitas doenças que, no fundo, são somatizações de ódio e desavenças não superadas. Tendo sofrido alguma injustiça ou contratempo, não se conseguiu passar por cima. A ferida, aberta pelo sentimento tenebroso do ódio, se vai aprofundando. Nenhum fármaco é capaz de curá-la. Somente o perdão, dado de todo coração. Perdão é vida nova e, para dizer tudo, é viver a presença do amor de Deus. É conhecer Deus por experiência.

Fonte! Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS). Edição do dia 16 de dezembro de 2010, por Dom Dadeus Grings, Arcebispo da Arquidiocese de Porto Alegre (foto), na coluna A Voz do Pastor - http://www.jornaldocomercio.com.br/.