Como Igreja, que deseja caminhar
juntos e construir o reino de Deus a partir da comunidade onde atuamos e compartilhamos nossa
vida, nos reunimos no dia 20 de março de 2022. Ela transcorreu, se bem que ainda com poucos
participantes, mas com uma boa representatividade da comunidade, o que nos dá a autoridade para definir
os pontos que consideramos importantes para a comunidade, como também as perspectivas futuras.
Alguns elementos ficaram claros na assembleia, outras teremos ainda que construir ao longo do tempo.
Em todo caso, os participantes tiveram consciência da importância da caminhada em conjunto, e por isso apresentaram ao pároco as posições e sugestões acerca como pensar os próximos anos e, por isso,
elaborar um projeto pastoral que possibilite uma caminhada em conjunto.
3 PERSPECTIVAS FUTURAS
Eis que estou convosco até o fim
dos tempos (Mt 28,20)
Como foi apresentado no texto
base, o ponto de chegada de todo o planejamento é o ano de 2025. Isso porque entendemos que seja
um ano chave do ponto de vista celebrativo, e que nos dá esperança para prepararmos bem o que nos
espera. Os motivos que este ano é considerado importante do ponto de vista pastoral, espiritual e
comunitário, são os seguintes:
a) Ano Santo à a cada
25 anos, a Igreja Universal celebra um ano santo, ou seja, um ano especial para se encontrar com Cristo. É
tradicional, por exemplo, que em algumas Igreja específicas, especialmente a Catedral, haver
uma porta santa, por onde entramos enquanto sinal de Cristo (a porta das ovelhas).
b) Jubileu de Prata da Paróquia
Santa Hedviges à criada em 16 de outubro de 2000
por decreto do Arcebispo Metropolitano da época,
Dom Altamiro Rossato, e instalada no dia 19 de novembro do mesmo ano pelo arcebispo
coadjutor, Dom Dadeus Grings, nossa paróquia fará 25 anos em 2025. Este ano jubilar recebe
importância dupla, pensando não somente o caráter de um ‘aniversário’, mas também
renovação dos compromissos assumidos pelos nossos antepassados, perdão pelos erros cometidos,
reencontrar os que estão afastados, confraternizar com os presentes, olhar com esperança
para o futuro.
Neste sentido, queremos pensar
este plano de pastoral paroquial numa perspectiva que marque estes dois grandes eventos,
levando em consideração, igualmente, os projetos da Igreja no Brasil e da nossa Arquidiocese, fazendo com
que isto seja implantado localmente em nossos bairros.
4 PROJETO DE PASTORAL. O QUE É?
A multidão dos fiéis era um só
coração e uma só alma (At 4,32)
A Igreja de Cristo é formada por
muitas pessoas. Cada uma é chamada a fazer com que seus dons se manifeste na vida comunitária,
afim de enriquecer a comunidade com os diferentes carismas. Ao mesmo tempo, a Igreja é uma comunhão de irmãos, que caminham para o mesmo fim. Porém somos pecadores e, por vezes, queremos
que nossas características e pensamentos sejam os colocados em prática de forma impositiva,
contrária a um espirito de fraternidade. É verdade que a graça do Espirito Santo já nos seria suficiente
para vencermos as divergências, mas para que não nos deixemos vencer por nossas vaidades é melhor que
definamos estratégias, em forma de plano, para que possamos caminhar juntos, planejar nossos passos,
tornar mais eficazes nossas ações.
No texto base que foi apresentado
no período anterior à Assembleia, foi-nos colocado alguns elementos importantes para a
reflexão, tendo como eixo condutor a pastoral, a missa e a evangelização, e a questão econômica. Nos grupos
que foram formados, estes pontos receberam enriquecimento da parte dos membros da assembleia,
e que nos ajudam a pensar o planejamento paroquial até 2025. Além disso, dentro do ponto de vista
pastoral, se fez escolhas, ou seja, se votou em prioridades para que nossos grupos e pastorais pudessem
colocar como elementos urgentes, fazendo com que nossa comunidade cresça ainda mais na fé e na
vivência comunitária.
Por isso, o planejamento que por
ora queremos explanar, será colocado em ordem de prioridades, mas três para cada ano, ou seja,
2022, 2023, 2024 e finalmente, no ano celebrativo de 2025.
Se considera que tudo seja
prioridades, ou seja, precisam ser colocados em prática independente do ano. Porém, reconhecendo a
necessidade de se escolher prioridades, estes pontos serão colocados como urgência.
5 PRIORIDADES PASTORAIS PARA O
TRIÊNIO 2022-2024
Jesus percorria as cidades e
povoados, ensinando em suas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino (Mt 9,35)
A) 2022
Para este primeiro ano, apesar de
ser mais curto, porque estamos iniciando a por em prática estes elementos somente a partir de
maio, não menos será preciso colocar intensamente em prática estes elementos. Na assembleia, nas
prioridades pastorais, foram colocadas como prioridade:
·
Evangelização da juventude;
· Promoção
e formação de novos líderes;
· Liturgia
e missa dominical
a) PASTORAL
1 Evangelização da juventude
Fica conosco Senhor, pois o dia
declina... (Lc 24,29)
Se afirmou no texto base que
temos um bom número de jovens que participam da comunidade, no entanto, ainda são poucos os que
se engajam na caminhada paroquial. Também se reconheceu que a faixa dos 18 aos 30 anos é a
faixa mais deficiente, sendo que poucos participam dos grupos juvenis ou outras pastorais. Na assembleia
se viu a necessidade de fortalecer os grupos que por ora temos, ou seja, o EJC e o ONDA. Mas para isto, se
pediu que houvesse um maior engajamento na vida comunitária, isto é, uma formação em vista a
Igreja, e não ao grupo. Outro aspecto, foi a busca para que os jovens pudessem ser incluídos e
trabalhos e serviços que lhes dê esta visão além do grupo, reconhecendo a comunidade como local de encontro
com Cristo e com os irmãos, vencendo a visão exclusivista. Uma ideia está no engajamento em
atividades com o catequistas e ministérios. Também foi sugerida a formação de grupos e jovens que
abarquem os jovens entre os 18 e 30 anos. Também foi recordado da necessidade de que houvesse maior
participação nas missas e demais atividades, e que os tios se sentissem mais responsáveis em
dar o exemplo neste sentido.
Neste sentido, alguns pontos
seriam importantes a serem colocados em prática:
1.1) Formação baseada na doutrina
da Igreja e na vivência comunitária: seria importante que nos encontros, houvesse espaço para o
ensino do catecismo, da liturgia, da Sagrada Escritura, dos métodos de pastoral paroquial,
dos serviços de caridade da paróquia ou de outras entidades católicas, pastoral vocacional.
1.2) Deixar com que os próprios
jovens determinem a caminhada do grupo. Em espírito sinodal, não lhes tirar a sua livre
iniciativa. Os tios e o pároco precisam ajudar e orientar para os objetivos específicos do movimento e da
paróquia, mas não lhes tirar o protagonismo.
1.3) Conscientizar sobre a importância
da missa dominical, vencendo a tentação de que se participa da missa somente quando se tem
compromissos nela.
1.4) Buscar maior equilíbrio
entre a ideia de movimento supra paroquial e paroquial;
1.5) Avaliação sobre a formação
de grupos de jovens universitários, em via da definição da própria vocação, ou que se identifiquem
com esta fase da vida entre 18 e 30 anos.
1.6) Formação de tios, e que
estes tomem consciência de sua vocação no movimento, de acordo com a Exortação Apostólica Christus
Vivit, do Papa Francisco.
1.7) Colaborar para a leitura e
prática deste documento.
1.8) Maior participação
integração com a Pastoral Vocacional, Pastoral Familiar e catequese.
1.9) Criar um setor juventude,
com os jovens dos movimentos presentes em nossa paróquia, de modo que possamos pensar o trabalho de
forma mais sinodal.
2 Promoção e Formação de novos
líderes
A quem iremos Senhor, só tu tens
palavra de vida eterna... (Jo 6,68)
Dois pontos foram lembrados e
refletidos na assembleia, e que já haviam sido citados no texto base: a dificuldade de novas
lideranças e a pouca preparação destes. Dentre os motivos para isto, se verificou dois motivos também: a
falta de formação e a falta de compromisso. No entanto, é preciso ter presente que estes dois pontos
caminham juntos. Somente quem sabe o valor da missão que se tem pela frente, entrega sua vida a esta
mesma missão. Tomar consciência da própria missão enquanto batizado e assumir esta mesma missão, é
preciso, pois ninguém fará por nós. A pandemia exaltou igualmente uma questão que até então era
presente mas não dava-se nome: o medo. É preciso criar um espírito de coragem, mostrando que não se faz
a missão sozinho, mas o fazemos com a graça de Deus e o apoio dos irmãos. Outro aspecto é o fato de
que muitas vezes convidamos sempre os mesmos para fazer as tarefas. Se pediu na assembleia que
tivéssemos um olhar em primeiro lugar de confiança aos que normalmente não são convidados para as tarefas
ocasionadas pela missão da Igreja. Em segundo lugar, não abandonar aqueles que porventura são
receosos no aceitar algumas tarefas. Ainda, que soubéssemos respeitar igualmente os carismas de cada
um, pois cada um recebe um dom especial, e este deve ser respeitado.
Neste sentido, alguns pontos
seriam importantes a serem colocados em prática:
2.1) Que os coordenadores de cada
grupo ou movimento, no desenvolver do seu trabalho de liderança, identificasse aqueles
que mostrassem algum tipo de aptidão para algum serviço na Igreja.
Desde serviços de caráter
pastoral (catequese, pastoral do batismo, pastoral familiar, diretoria, etc) a serviços mais pontuais (como
cozinha na festa, competência para ornamentação, limpeza, etc.)
2.2) Algum tipo de formação
dirigida aos coordenadores de grupos e pastorais, para que tenham condições de despertar outras
lideranças.
2.3) Cursos on-line de
‘reciclagem’ acerca a doutrina, Sagrada Escritura, vida comunitária, espiritualidade, etc. Desenvolvendo um maior conhecimento acerca a doutrina e a verdade sobre a
Igreja, possibilitando com que conheçamos
nossa fé.
3 Liturgia – Missa dominical
Reconheceram-n’O ao partir do pão
(Lc 24,30)
A liturgia é o centro da vida
comunitária. Não pertence a nenhum grupo ou pastoral, mas é da Igreja inteira. Por isso, é o
momento mais importante, onde os diferentes se encontram para partilhar do mesmo pão da Palavra e do mesmo
pão da Eucaristia. Boa parte da maturidade de um cristão ocorre quando ele é fiel na missa
dominical, quando se encontra com o Senhor presente na eucaristia e como a
comunidade da qual é membro. Por
isso, precisamos de um modo de despertar em nosso povo o fascínio e a alegria de participar da
missa aos domingos. No texto base dois aspectos foram incluídos para a reflexão na assembleia e neste se
mostrou presente: a questão da importância da missa dominical e da formação litúrgica. Por isso,
dois serão os objetivos para este ponto. Obviamente que quando se fala em
liturgia não se fala somente em
celebração eucarística, mas em outros atos litúrgico de caráter sacramental (batismo, unção dos
enfermos, crisma, etc) ou não sacramental (orações comunitárias, terço, exéquias, distribuição da
eucaristia fora da missa).
3.1) Celebração dominical da
missa
3.1.1) Trabalhar em cada grupo, pastoral
e movimento, a realidade de que a missa é o ato mais importante que a comunidade
possui. Especialmente a missa dominical
3.1.2) Desenvolver o amor pela
missa aos domingos, fazendo com que os grupos participem de forma assídua, e não somente nas
celebrações em que eles são responsáveis
3.1.3) Tratar acerca a doutrina
da Igreja sobre a santa missa, especialmente relativo ao terceiro mandamento da lei de Deus e o
primeiro mandamento da lei da Igreja.
3.2) Liturgia
3.2.1) Promover no grupos
periódicos encontros de preparação litúrgica.
3.2.2) Fortalecer a equipe de
liturgia, buscando estabilidade com o fim de pensar e desenvolver a liturgia paroquial (não somente
da missa, mas em outros serviços litúrgicos ou ‘para-litúrgicos’).
3.2.3) Buscar fazer com as
equipes pela liturgia semanal encontros para prepararem a liturgia, não somente distribuindo as tarefas.
3.2.4) Promover melhor a
consciência acerca a espiritualidade do ano litúrgico.
B) 2023
Pelo fato de termos um pouco mais
de tempo, poderemos prever serviços e trabalhos com mais calma, colocando em prática desde
o início. Seria importante que as pastorais, já no mês de fevereiro, antes de começar as atividades
propriamente ditas, façam um planejamento de como colocar em prática o que foi previsto. Na
Assembleia, foi aprovado para prioridades neste ano de 2023 os seguintes
pontos:
· A
pastoral da manutenção das atividades que hoje existem (grupos e movimentos)
· Acolhida
(atendimento da secretaria, do padre, recepção nas celebrações e encontros)
·
Itinerário catecumenal para os paroquianos – Discipulado
1 A pastoral da manutenção das
atividades que hoje existem (grupos e movimentos)
Vinde a lugar a parte e descansai
um pouco (Mc 6,30)
Se reconhece que o trabalho realizado pelos nossos
grupos e movimentos, especialmente aqueles que tenham cunho de
desenvolvimento da fé e da vivência cristã nos fiéis foi de vital importância
na história de nossa paróquia. Isto ficou muito claro no texto base e na
assembleia realizada. Um dos elementos importantes é a questão da criação
de vínculos, de proximidade, de partilha da fé e da vida, do encontro com
aqueles que estavam afastados. Entre os jovens isto é ainda mais forte. É
preciso reconhecer, no entanto, e isto esteve presente na assembleia, que
muitas vezes estas atividades visam o ingresso no grupo e não levam as
pessoas a terem um encontro com Cristo e sua Igreja. Sabemos que o grupo é
importante, mas quando alguém acredita que não se identifica mais com ele, é
preciso saber que a Igreja não é deixada de lado, e muito menos a pessoa
de Cristo. Por isso, nossos grupos precisam desenvolver o amor a Cristo e
sua Igreja.
Para isto, se propõe que no
período de 2023:
1.1) As lideranças escolhidas
precisam ser o elo de ligação entre os fiéis do grupo a qual pertence e os que têm
responsabilidade na condução da comunidade paroquial (o pároco, o CPP, o CAE, etc.).
1.2) Estimular a participação e
envolvimento com as atividades comunitárias, e não somente com as atividades do próprio grupo.
1.3) Estimular um espirito de
serviço entre aqueles que exercem a função de liderança. É preciso reconhecer que ninguém é dono do
grupo e é preciso permitir que outros também se envolvam nas funções de
liderança.
1.4) Evitar as atividades
exageradamente festivas, ou seja, os encontros não devem se transformar em festas e
banquetes, mas sim, momentos de vivência e convivência fraterna, reconhecendo a realidade pessoal
e social de cada um, evitando o constrangimento por não ter os recursos necessários para
oferecer aos demais (óbvio que não significa que em datas especiais, tais como final de
ano, aniverário do grupo, ou outras datas significativas, não se deva fazer nada)
1.5) Criar um verdadeiro espirito
missionário, buscando os afastados e convidando os que não conhecem a Igreja e Cristo.
1.6) Que os momentos de formação
dos encontros tenham o Plano de Pastoral como caminho e objetivo principal para o grupo.
2 Acolhida (atendimento da
secretaria, do padre, recepção nas celebrações e encontros)
Deixai vir a mim os pequeninos
(Mt 19,14)
No texto base, foi expresso que a
acolhida na comunidade é sinal da acolhida que Deus nos faz cada dia. Quando uma pessoa chega
em nossa comunidade, ela precisa sentir a acolhida do próprio Cristo. Mas é preciso que esta
acolhida seja natural, a partir de nossas raízes humanas e cristãs, para que as pessoas se sintam valorizadas
e filhas do mesmo pai. Além disso, a acolhida não ocorre somente na Igreja, mas também fora dela,
quando somos capazes de ouvir sem julgar, falar a verdade sem ofender.
Por isso, qualquer pessoa que se
aproxime de nós e da comunidade precisa sentir-se bem, mesmo que o que busca não seja possível
naquele momento. Outro aspecto que foi apresentado em outros momentos e também no texto base, e que
ainda foi discutido na assembleia foi a questão da acolhida na missa. Isto porque preparar o coração para a
missa antes da celebração acarreta a necessidade de que todos nós nos empenhemos. A Igreja precisa ser
o espaço do encontro das pessoas com Deus e o silêncio é parte integrante disto. Por isso,
algumas propostas foram feitas e seriam importantes para que pudéssemos colocar em prática.
2.1) Criar ou uma camiseta, ou um
colete para aqueles que fizerem a acolhida na missa sejam identificados.
2.2) Uma preparação para que
nossas pastorais tenham uma melhor capacidade para a acolhida, não somente na missa, mas em
outros momentos da comunidade.
2.3) Reservar alguns momentos
antes das celebrações para, ou uma oração ou uma música de fundo.
2.4) construção de uma porta de
vidro entre a entrada da Igreja e a nave central.
3 Itinerário catecumenal para os
paroquianos – Discipulado
Chamou os que ele mesmo quis para
estarem com ele e para enviá-los a anunciar (Mc 3,13-15)
O texto base trouxe presente que,
apesar de muitos de nossos paroquianos já terem recebido os sacramentos pela primeira vez,
nem sempre estão verdadeiramente inseridos na caminhada de fé.
A Arquidiocese de Porto Alegre já
iniciou a alguns anos o itinerário para os paroquianos, chamado discipulado, que visa a caminhada
de crescimento da fé, a partir de uma pós-catequese para adultos. A base já temos especialmente
olhando de como fazemos para a catequese de primeira eucaristia e crisma.
Se dirigia para fiéis que já têm
os sacramentos, mas que precisam aprofundar-se mais na fé. Criar-se-ia um itinerário de encontros e
celebrações de ritos. Além disto, haveria a necessidade de pessoas que acompanhariam, que não teria a
necessidade de ser outras pessoas, que não os próprios membros da nossa comunidade. O desafio
seria, além disso, de como integrar as formações e encontros que os grupos já realizam, e este itinerário.
3.1) Integrar este itinerário com
atividades que os grupos já realizam, organizando a partir dos coordenadores o modo como isto
pode acontecer.
3.2) Formar alguns paroquianos
para que possam acompanhar o itinerário.
3.3) Criar grupos a partir dos
pais dos catequizados.
C) 2024
É o ano anterior ao Ano Santo e
jubilar. Depois da vivência de dois anos da caminhada pastoral, a partir das prioridades, podemos
tentar perceber se estamos colocando em pratica o que foi colocado como prioridade nos anos
anteriores. Em todo caso, vale colocarmos em prática o que está previsto para este ano, de forma a encerrarmos
bem o triênio de preparação. As prioridades votadas e aprovadas na Assembleia foi:
· Novenas
e tríduos das padroeiras
· Visitas
e benção das coisas e das pessoas
· Pastoral
familiar e vocacional
1 Novenas e tríduos das
padroeiras
Sede santos, como vosso Pai do
céu é santo (Mt 5, 48)
É um momento forte para nossas
comunidades. Não somente do ponto de vista promocional, para arrecadar recursos, mas sobre a
vivência da fé. Na Matriz, o dia da padroeira já é um dia de oração e devoção, que nos ajudam a ver a
padroeira como modelo e meta para todos nós. Se poderia pensar a mesma coisa para as capelas.
Outro aspecto, seria a questão da promoção de atividades que envolvam mais os grupos e pastorais. Não
somente no que diz respeito à festa social em si, mas a outras atividades que acabam por ajudar a todos a conhecer nossas padroeiras. Foram dadas muitas ideias na Assembleia: gincana, convite a autoridades e
agentes da sociedade civil, pregação sobre a vida das padroeiras, etc. Outra coisa foi a escolha dos
temas que nos ajudam a caminhar e acabam por tendo um caráter catequético. Uma sugestão, é
utilizar este mesmo plano como maneira de escolher e definir os temas dos tríduos e novena das padroeiras.
1.1) Fazer uma gincana da
padroeira, envolvendo sobretudo a catequese e os jovens.
1.2) Convidar, especialmente na
novena de Santa Hedviges, autoridades civis, membros da sociedade (escolas, associações,
empresários, etc)
1.3) Promover, em período
anterior aos tríduos e novena, alguma pregação sobre a vida e a devoção das padroeiras.
1.4) Escolher os temas a partir
do que foi definido como prioridade neste plano de pastoral.
1.5) Fortalecer a divulgação dos
atos de oração e devoção, especialmente em devotos de outras comunidades paroquiais.
2 Visitas e bênção das coisas e das pessoas
Ali ergueu as mãos e abençoou-os
(At 24,50)
No texto base foi comentado que a
bênção de Deus, especialmente no antigo testamento, era de extrema importância para o povo
de Israel. Nosso povo ainda preza por estes gestos, como se pode notar nas missas de quarta-feira e nos
pedidos feitos ao sacerdote para bênção das casas. Foi dado a ideia de que outras pessoas, além do padre
e do seminarista, recebessem a faculdade de abençoar as casas. Foi
colocado a possibilidade dos
ministros da eucaristia receber esta incumbência. Também se poderia formar ‘ministros da bênção’, que
sejam formados e identificados como tais para poderes visitar as famílias, especialmente aquelas
que sofrem o luto ou a doença. Uma ideia também possível, seria dar às missionárias de capelinha esta
possibilidade, pois elas conhecem as famílias de sua rua, e por isso, podem surgir outras que ainda não
recebem a capelinha. Também se deu a ideia de que os nossos dizimistas pudessem receber, anualmente a
visita para a bênção.
2.1) divulgar as bênçãos às
famílias, divulgando a preparação para o Ano Santo e Jubileu da Paróquia
2.2) fazer um folheto com orações
e atos de piedade a ser entregue às famílias que terão suas casas abençoadas
2.3) pedir à autoridade da Igreja
a criação do ‘ministério da bênção’, com o intuído de visitar as famílias durante o ano de
preparação para 2025.
2.4) Ver sobre a possibilidade de
que os agentes da Pastoral do Dízimo façam as visitas às famílias, levando a bênção às casas de
nossos dizimistas.
3 Pastoral familiar e vocacional
Eu farei de vós pescadores de
homens (Mc 1,17)
Assim o texto base se expressou
para manifestar a importância da Pastoral familiar e vocacional: “São as decisões permanentes
aquelas que mais assustam a cada um de nós. Reconhecendo que somos instáveis e pecadores, temos
receio, ou até medo, de tomar decisões que envolvam a vida toda. Por isso, é compromisso da Igreja colaborar
especialmente com os mais jovens, ajudando-os a compreender que o ser humano pode tomar decisões
permanentes e que, mesmo diante das dúvidas, podemos contar com a graça de Deus e o apoio dos
irmãos. Também somos chamados a ajudar as famílias já formadas e que precisam do apoio e ajuda da
Igreja.” Já foi criado um primeiro e ainda pequeno grupo de irmãos que trabalharão na formação dos
casais em vista a vida matrimonial. Mas bem sabemos que a questão vocacional e familiar, não deve
ser proposto somente vias finais de decisão. É preciso que esteja presente desde o inicio, ou seja, da
catequese é o momento para isto. E mostrar às famílias que precisam ser as primeiras a revelar isto aos
filhos.
3.1) Comprometimento a ter todos
os anos uma visita às escolas para divulgar a promoção vocacional
3.2) formação de uma Pastoral
Familiar que trabalhe no serviço à preparação familiar, desde a catequese, mas trabalhar
especialmente com os jovens em idade de namoro.
3.3) Visitas periódicas à
catequese para a divulgação sobre a questão vocacional-familiar
3.4) promover visitas a
instituições de caráter vocacional, como o seminário, as casas de formação para a vida consagrada, mosteiros
e conventos, etc.
b) MISSÃO E EVANGELIZAÇÃO –
PROJETO PERMANENTE
Este ponto proposto no texto base
e refletido na assembleia se trata de prioridades permanentes. Isto porque estão na base ou das
propostas para a Igreja no Brasil (conforme as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil,
doc. 109 da CNBB) ou porque é o básico da caminhada comunitária paroquial e também uma proposta
da Igreja da Arquidiocese de Porto Alegre. Por isso, são prioridades que serão colocadas em prática
nos três anos de preparação para o Ano Santo e Jubileu da paróquia.
1 Comunidades Eclesiais
Missionárias (CEM)
Eram perseverantes no ensinamento
dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações
(At 2,42)
Na reflexão trazida pela CNBB, as
Comunidades Eclesiais Missionárias são constituídas por um número pequeno de membros,
alimentadas pela Palavra de Deus, a liturgia, a caridade e a missão, pois assim deve ser a vida de qualquer
comunidade que deseje realmente viver o cristianismo. É preciso ter presente que nossas comunidades
já formadas, vivem estes pilares de forma bastante intensa, mas ainda
são poucos os que se comprometem.
Neste sentido, é preciso alargar, não se fixando nas paredes do prédio onde normalmente nos
encontramos. O que é mais importante, é o vínculo que são criados, o que somente é possível por meio de
uma aproximação maior entre as pessoas. Em termos simples, as CEM tem como objetivo aproximar mais
as pessoas. Podem ser territoriais ou não, isto é, podem se formar por gente que reside próxima, mas
podem também dispensar a proximidade física, pois o que interessa são os vínculos existenciais e
esses não exigem residir perto. Devem, em segundo lugar, se reunir
regularmente, se possível, uma
vez por semana. Esta reunião deve ser alimentada pela Palavra de Deus, a oração em comum, a partilha da
vida e a revisão dos compromissos missionários. Nessas pequenas comunidades, celebram-se as
alegrias e compartilham-se as dores. Nelas devem se dar os primeiros passos para a iniciação à vida
cristã de crianças, jovens e até mesmo adultos. Afinal, quem não conhece um salão, uma garagem ou outro
espaço onde se reza o terço, onde se acolhe a Palavra de Deus e onde a criançada se reúne para o
catecismo. Em tudo isso, estimula-se o surgimento de inúmeros serviços e ministérios. Como são construídas
em rede, essas comunidades não podem ficar isoladas. Precisam estar organizadas paroquialmente em
conselhos, assembleias e outros modos de compartilhar a vida e trocar experiências. De vez em quando,
devem celebrar a eucaristia, em geral durante a semana, algumas vezes numa única comunidade e outras,
conforme a realidade permitir, num conjunto de comunidades. No domingo, porém, devem se reunir
na missa com os demais irmãos e irmãs de outras CEM.
Para iniciar este trabalho, é
preciso vencer a maneira tradicional de se fazer pastoral, que se baseava na ‘Igreja-do-vir’, para a
‘Igreja-do-sair’. Isto significa mapear o território paroquial e descobrir onde não existe presença de Igreja,
não apenas como capela, mas como pequena comunidade, e iniciar a visitação, mas não para chamar à
matriz. Trata-se de visitar para permanecer, conhecer os vínculos já existentes e, ali, onde as
pessoas já possuem vínculos, iluminá-los com o Evangelho e formar comunidade, sempre, é claro,
integrada às demais pequenas comunidades. Esse foi o caminho evangelizador de S. Paulo.
Passando de localidade em localidade, ele via onde era possível fundar uma comunidade, ficava um tempo até
que a comunidade se tornasse madura e, depois de partir, alimentava a comunidade com suas cartas.
No início do ano de 2022, dois
pequenos grupos foram formados a partir das missionárias de capelinhas. Algumas destas
missionárias convidaram pessoas que já recebiam a capelinha e começaram a se reunir. Neste primeiro
momento, o padre se faz presente para a celebração da missa, mas não necessariamente será sempre
assim. Com o tempo, isto ocorrerá com ou sem a eucaristia, porém, tendo sempre a Palavra de Deus como
base da espiritualidade e da missão.
Tocaria, portanto, especialmente
com as missionárias de capelinhas, mas também com outros grupos e pastorais, ou mesmo por
meio de iniciativas particulares dos fiéis, fazer este trabalho de visitação e consequente formação
destas comunidades.
2 Catequese – Iniciação à Vida
Cristã
Vendo ele as multidões, subiu a
montanha... E pôs-se a falar e ensinava-as (Mt 5, 1-2)
Uma prioridade permanente é a
catequese. Como afirmado no texto base, é um compromisso de toda a comunidade, mas que
encontra nos catequistas a sua realização mais perfeita. Mas além das crianças e adolescentes, as
famílias têm um papel importante. Foi feita a proposta para que a catequese seja familiar. Como foi proposto
na questão do itinerário catecumenal, poder-se-ia integrar estes dois aspectos. Além disso, continuar a
dar ênfase à importância da catequese em nossos grupos e pastorais. Recordar a cada paroquiano que
esta é uma prioridade irrenunciável.
2.1) propor uma catequese
familiar, a partir do itinerário catecumenal.
2.2) despertar o chamado a mais
catequistas.
2.3) ter contato mais próximo com
os pais, convidando-os a participar dos movimentos de nossa comunidade (como o ECC)
c) QUESTÃO ECONÔMICA
Trata-se de uma prioridade
permanente, porque a missão precisa dos recursos para que não pare. Se de um lado vivemos da
generosidade de tantos que se colocam a disposição para o voluntariado no trabalho pastoral, de outro,
precisamos dos recursos financeiros para que possamos manter os trabalhos. Por isso, temos que pensar como
adquirir os recursos para a manutenção da vida paroquial precisa ser uma prioridade para todos nós.
Além disso, precisamos ter discernimento onde se deve investir o dinheiro, fruto da contribuição
de tantos irmãos.
1 Dízimo
Deus é Senhor de tudo o que
existe, o proprietário da terra de
onde provém o alimento e a fonte
de toda benção (Lv 25,23)
A contribuição com o dízimo
permite aos dizimistas vivenciar a comunhão de bens, característica da comunidade que surgiu da
Páscoa de Cristo. Nas primeiras comunidades, o que cada um possuía era posto a serviço dos outros; desse
modo, os bens pessoais se tornavam comunitários por livre decisão. Havia o compromisso de colaborar
com as comunidades mais necessitadas, como também com os que dispunham a colaborar na obra da
evangelização. A contribuição com o dízimo é um modo de reconhecer que Deus é o Senhor de todos os
bens (dimensão religiosa), de manter as estruturas eclesiais no âmbito paroquial e diocesano (dimensão
eclesial) e de partilhar os recursos, em vista do crescimento do Reino de Deus (dimensão missionária) e
do serviço da caridade (dimensão caritativa).
É, portanto, o modo mais
ordinário para a manutenção da missão da Igreja. O dízimo nos ajuda a compreender que cada fiel é
responsável pela Igreja, que não se terceiriza este compromisso, bem como ajuda a comprometer com a
comunidade, mostrando a cada um a sua corresponsabilidade pela missão.
Para isto, é preciso vencer a
ideia de que a Igreja não precisa de recursos, que ela pode viver apenas do voluntariado e que não precisa de
dinheiro. Se é verdade que o dinheiro em si não faz nada, a verdade é que sem
os recursos financeiros, as pessoas também farão nada. Todo fiel deve ser um
dizimista. E fazê-lo compreender que este dízimo
não é uma mera colaboração, oferta ou ajuda, mas uma participação. Vemos, no entanto, que existem
muitos fiéis de nossa comunidade que ainda não entenderam o dízimo, ou mesmo não o consideram
necessário.
1.1) Continuar em espírito de
conscientização sobre a importância do dízimo. Aproveitar os encontros de pastorais e missas
especiais para isto.
1.2) Os coordenadores de grupos,
além de serem os primeiros a serem dizimistas, sejam também os promotores de uma consciência
do mesmo, mesmo entre os jovens e adolescentes, com a ajuda e colaboração dos pais.
1.3) Despertar nas famílias a
consciência sobre a manutenção da Igreja.
1.4) Retomar o almoço dos
dizimistas como momento de confraternização.
2 Festas e promoções
Já no texto base se refletiu:
sendo o dízimo a forma mais ordinária de manutenção da comunidade, devemos nos perguntar: ‘para que
serviriam as festas e promoções?’ Nestas, a comunidade se encontra, partilha, confraterniza. Acabar
com elas se perderia a oportunidade de alegria comunitária, confraternização, encontro,
integração. Mas ao mesmo tempo, temos que entender que estas promoções precisam ter uma modalidade
diferente, não meramente arrecadatória. Os recursos que advém delas, obviamente, ajudam e colaboram
para a caminhada comunitária. Mesmo que a comunidade precise ainda, podemos dar um outro
sentido.
Um destes elementos, é permitir
um maior acesso, tendo valores que, ao mesmo tempo que não nos traga prejuízos, dê a
possibilidade das pessoas mais necessitadas participarem. De um lado, se perderia alguns recursos, mas de
outro possibilitaria uma participação mais democrática destes momentos. Isto se pensa
especialmente aqueles que são dizimistas, que colaboram o ano inteiro com nossa comunidade, e que nesta
hora poderiam não participar por falta de recursos.
Na assembleia se propôs também
fazer festas destinadas às famílias e aos jovens sem bebidas alcoólicas, mas que
possibilitasse uma maior integração; isto poderia ser iniciativas dos grupos e pastorais que convenham a este
‘público’, a fim de arrecadarem os fundos necessários para seus encontros e retiros. Outra coisa
foi festas juninas que dessem ênfase à vida dos santos juninos, possibilitando conviver e
evangelizar ao mesmo tempo.
A diretoria da comunidade poderia
propor outras formas para que estes momentos sejam evangelizadores, mas que
continuem a colaborar para a manutenção da comunidade.
3 Investimentos e prioridades
Na Assembleia foram dadas
sugestões para o melhoramento de nosso espaço físico. Algumas destas ideias poderão ser
apresentadas à diretoria da comunidade de forma que se possa prever a execução.
Alguns pontos foram colocados
conforme a realidade das comunidades. Por exemplo, na comunidade matriz uma prioridade
que se colocou a se realizar foi a Casa Paroquial, tendo em vista que a atual, onde o pároco vive é um
local provisório. Também foi colocado como uma outra prioridade o forro da Igreja Matriz e a
construção da nova comunidade, prevista para ser formada no Porto Verde. Muitas outras ideias foram dadas,
que ficarão no arquivo da paróquia, para futuras previsões da diretoria ou CPP.
No que se refere à Comunidade
Nossa Senhora das Graças, foi dada a ideia de se executar a reforma e melhoramento do espaço
físico do templo, como já previsto em outros momentos, mas que foi aprovada no ano de 2021 em
assembleia comunitária.
Mas é preciso ter consciência que
alguns pontos não têm escolha para o investimento, como a manutenção dos funcionários, as
contas de água, luz e comunicações, a caridade, o pároco e o seminarista, as reformas urgentes
e necessárias, etc.
d) CELEBRAÇÕES CONCRETAS DO ANO
SANTO E ANO JUBILAR DA PARÓQUIA SANTA HEDVIGES – 2025
Se reconhece que este plano de
pastoral tem como objetivo a preparação para o Ano Santo e o Jubileu de Prata da Paróquia no
ano de 2025. Se tratam de momentos importantes que não podem passar em branco e na assembleia foram
propostas algumas ideias que possibilitassem uma celebração que pudesse envolver a todos.
1 Novena e festa dos padroeiros
Transformaste o meu pranto em uma
festa (Salmo 30, 11)
A Novena e festa da padroeira
Santa Hedviges deverá ser vivenciada de forma bastante intensa. Deveria ser um momento em que a
comunidade encerra o ano jubilar, celebrando de forma festiva, louvando a Deus pelo bem que a
paróquia fez na vida de todos nós. Algumas sugestões surgiram na assembleia.
1.1) Realizar a cada mês, no dia
16, uma celebração especial.
1.2) Os tríduos e festas das
comunidades seguirem um esquema parecido, ou seja, seja oportunidade de vivenciar o ano
jubilar da paróquia.
1.3) Dar ênfase à Paróquia
Sagrado Coração de Jesus, enquanto origem de nossa comunidade.
1.4) Recordar a Casa Vida São
José, como integrante da família paroquial
2 Celebração na catedral e visita
ao túmulo de Dom Altamiro Rossato
Que eles sejam um (Jo 17, 21)
As catedrais são assim chamadas
por ser o local onde se encontra a ‘catedra’ (cadeira) do bispo. Bem sabemos que o bispo é o sinal
da unidade da Igreja Local, ou seja, o bispo é a certeza de que nossa Arquidiocese traz a nota
apostólica, pois o bispo é o sucessor dos apóstolos. Por isso, celebrar o
jubileu na Catedral significa renovar
nossa fé na unidade da Igreja. Além disso, nossa paróquia foi a última instituída pelo Arcebispo Dom
Altamiro Rossato. Além da missa, podemos fazer um momento de homenagem a ele, uma vez que é na
catedral metropolitana que está sepultado.
3 Peregrinação à Terra Santa.
Mas tu, Belém, da terra de Judá,
de modo algum és a menor entre as principais
cidades de Judá; pois de ti sairá o Guia,
que como pastor, conduzirá
Israel, o meu povo (Mt 2,6)
Sempre nos Anos Santos, somos
chamados a fazer peregrinações em locais que nos são importantes, de forma a podermos
ter um encontro com o Senhor. Nossa paróquia tem um motivo a mais para peregrinar que é o ano
jubilar. Como temos bastante tempo, é possível organizar pastoralmente e financeiramente
com bastante antecedência, de maneira que seja viável a mais pessoas a
possibilidade de
participar. A Assembleia aprovou a possibilidade desta peregrinação. Assim, foi
definido que será entre
o final do mês de outubro e início do mês de novembro de 2025 à Terra Santa e
Roma, totalizando 10
dias, havendo a possibilidade de incluir Fátima aos que desejarem. Ficou
definido também que será preciso
um grupo mínimo, no caso 20 pessoas da paróquia para que a peregrinação se
realize, sendo que podemos,
após este número, abrir para outras pessoas de outras paróquias participarem.
A Agencia escolhida é a da Comunidade Obra de Maria. As
inscrições começarão imediatamente.
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Qual outra
proposta a ser feita, para marcar a data?
Até 2025 podemos ainda ver outras sugestões. Na assembleia,
no que foram dadas estas ideias:
4.1) Exposição com fotos e
outros objetos e documentos para recordar o jubileu.
4.2) Lançar um livro que
pudesse contar a história da paróquia e as atividades que são realizadas.
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AVALIAÇÃO
Mas não basta colocar prioridades, se estas não são
avaliadas. Por isso, a cada reunião do Conselho Pastoral
Paroquial, será feita uma avaliação. Além disso, em março de 2023 faremos mais
uma assembleia,
como o intuito de avaliar toda a caminhada do ano que passou e encaminhar o ano
que inicia.
Sendo
que isto se repetirá em 2024 e 2025. Avaliar é parar para pensar a caminhada, e
corrigir o rumo.
Esta é uma publicação da PASCOM - Pastoral da Comunicação da Paróquia Santa Hedviges de Alvorada (RS).